segunda-feira, 30 de junho de 2014

Honra e Glória ao acordo de Dom Williamson e seus padres indomáveis.


Créditos e fonte: Post Quam Nemo Dixit

Eis que Sua Excelência Reverendíssima o senhor Monsenhor Richard Williamson, o impávido e sereno guerreiro da Fé... 
cf: http://www.beneditinos.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=120:profissao-de-fe&catid=7:atualidades&Itemid=97

Faz algum tempo que não há nada de novo sob o sol da vaidade e do orgulho que ronda a dita resistência dos ditos fiéis que lutam contra a chamada Neo-FSSPX que em todos esses anos não vem mudando. Ao contrário da resistência e seus padres, que apesar de não terem nenhum sucesso entre os fiéis da FSSPX sempre conseguem uma boa platéia para seus shows pelo interior do Brasil. Em muitos desses locais onde as pessoas nunca tiveram nenhum contato com a FSSPX, claro somente assim para uma pessoa de boa vontade cair nos tangos intermináveis dos padres argentinos que insistem no conto do rei nu, ou seja, o dito acordo da FSSPX com Roma, que só os inteligentes podem ver, mas que podemos gritar hoje depois de tantos anos que nenhuma das ditas profecias se realizou e que mais, como o menino da fabula do rei gritou "O rei esta nu".

segunda-feira, 2 de junho de 2014

DOM FELLAY COLOCA OS PINGOS NOS “I”s




Apresentamos abaixo a conferência realizada por Dom Fellay em Fabrègues, no dia 11 de maio passado, sobre a situação da Igreja e da Fraternidade. A tradução, nossa, é passível de correções. 
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Pensei em apresentar como tema desta pequena conferência (o título): “Para onde vai a Igreja?” e, em seguida, como consequência, “para onde vai a Fraternidade?
Vocês sabem que circulam todos os tipos de rumores, sobretudo sobre a Fraternidade. Há até um movimento que nasceu, movimento de padres que pertenciam à Fraternidade e que, publicamente, têm atacado sua direção, dizendo que seria preciso resistir, que haveria desvios, que haveria intenções de associar-se à Roma modernista. Os termos utilizados são: “vender”, “vender a Fraternidade”, é “Judas”, é “traidor”, é “Dom Fellay se tornou modernista”, enfim, um pouco de tudo, todos tipos de termos extremamente violentos e muito fortes. Parece-me que a intenção dessa conferência não é responder a essas bobagens, pois são simplesmente bobagens, mas muito mais seriamente olhar o que está acontecendo na Igreja. Em seguida não será difícil entender o que ocorre entre a Fraternidade e Roma.
Gostaria, portanto, de começar por descrever um pouco onde está a Igreja e o que acontece com ela.

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